Agende seu atendimento pelo Departamento Jurídico do Sepe no fone: (21) 2195-0457 (10h às 16h).
Inscrições abertas para o Módulo "A luta pela terra desde os anos 1980 e o MST", desta sexta-feira (25)
 
O Curso de Formação 2019 – HISTÓRIA DAS LUTAS SOCIAIS NO BRASIL está com inscrições abertas para o seu próximo módulo  A luta pela terra desde os anos 1980 e o MST”, que será realizado nesta sexta-feira (25), das 19 às 22 horas. O módulo será ministrado pelo professor Paulo Alentejano.

 

As inscrições podem ser feitas pelo link do curso: https://www.eventbrite.com.br/e/curso-historia-das-lutas-sociais-no-brasil-edicao-2019-tickets-66690114929 ou diretamente pelo e-mail registro.sepe@gmail.com.

 

Também estamos com inscrições abertas para os próximos módulos:

  • 01 de novembro – “Do novo sindicalismo ao quadro sindical atual” (Coordenação Teones França)
  • 08 de novembro – “Lutas sociais a partir de junho de 2013” (Coordenação a definir)

 Há cobrança diferenciada de taxas, sendo:

1) FILIADOS = R$ 5,00 (cinco reais) por módulo;

2) FILIADOS A ENTIDADES DA EDUCAÇÃO = R$ 10,00 (dez reais) por módulo;

3) NÃO FILIADOS = R$ 20,00 (vinte reais) por módulo.

Os valores serão revertidos para o SEPE e tem o intuito de fortalecer a campanha de filiação do sindicato.

Observação: Para confirmar a inscrição os interessados deverão efetuar o pagamento da Taxa de Inscrição na Tesouraria do Sepe ou via transferência/depósito bancário (BRADESCO Agência nº 3176 – Conta Corrente nº 23941-0; CNPJ:28.708.576/0001-27). Com o devido comprovante enviado pra o e-mail: registro.sepe@gmail.com. Caso não seja possível, a taxa poderá ser paga no local da atividade junto a coordenação do Curso.

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Em edição do dia 21 de outubro de 2019, o Jornal Extra, certamente alertado por algum leitor, mostrou um fato inusitado e, para as professoras de todo o país, revoltante. Ao buscar pela plataforma de pesquisa do Google pelo significado do termo “professora”, o site abre uma série de janelas com dicionários próprio e de autores clássicos como Antônio Houaiss, Michaelis e Aurélio, nos quais as respostas apresentam o termo com as seguintes definições: “1): mulher que ensina ou exerce o professorado: 2) Brasileirismo – Brasil: N.E. informal: prostituta com quem adolescentes se iniciam na vida sexual. Tal conteúdo tem sido disseminado pelas redes sociais e choca pelo fato óbvio de atingir uma categoria majoritariamente feminina e por revelar um conteúdo fortemente discriminatório e ofensivo, já que uma pesquisa pelo termo professor, no masculino, apresenta um resultado completamente diferente.
 
Ao tomar ciência do fato, o Sepe RJ está acionando o seu Departamento Jurídico para verificar quais são as providências cabíveis para a correção desta verdadeira distorção, que ofende e atinge um sem número de mulheres que abraçaram o magistério e que, cotidianamente, já são expostas a uma série de violências no seu ambiente de trabalho a à falta de reconhecimento da parte de governos que não valorizam a profissão. 
 
Para o sindicato é indesculpável que, em pleno século XXI, ainda sobrevivam tais tipos de preconceitos contra a mulher, principalmente num momento em que o próprio governo federal se apresenta como um defensor da extinção dos direitos das mulheres e das minorias depois de anos de avanços da luta contra a discriminação e contra os ataques aos seus direitos de gênero.  
 
SEPE RJ – SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO
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O Sepe se solidariza com os aproximadamente 300 trabalhadores do Departamento Geral de Ações Socioeducativas do Rio de Janeiro (Degase) que foram desligados dos quadros do órgão e perderam seus empregos. Não são apenas agentes de segurança socioeducativos mas, também, técnicos da área pedagógica e administrativa.
 
Somos contrários e repudiamos a precarização das condições de trabalho, nas quais o sistema se encontra submetidoi há anos, assim como condenamos veementemente a decisão judicial que desliga centenas de trabalhadores do sistema. Esta situação pode causar uma implosão no Degase, compromete o atendimento dos adolescentes nos quesitos de alimentação, estudo, fiscalização, acompanhamentos, visitas, audiências etc. A ausência dos trabalhadores expõe um estado latente de violência e desrespeito aos direitos humanos no Degase da capital, que se desdobra para unidades do interior. 
 
O governador Witzel é responsável pelo Degase e precisa urgentemente tomar providências que, necessariamente passam pela recontratação destes profissionais e o estabelecimento do concurso público imediatamente!
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