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O Sepe convoca os profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro para a greve de 24 horas no dia 5 de fevereiro, com assembleia às 10h, no Clube Municipal da Tijuca (Rua haddock Lobo, nº 359). Logo após a assembleia a categoria fará ato público em frente à prefeitura.

O prefeito Crivella não dialoga com a categoria e motivos não faltam para os profissionais das escolas municipais promoverem esta greve de 24 horas para exigir do prefeito o atendimento às nossas reivindicações. Em 2019, a categoria realizou uma série de atividades, como atos na prefeitura, protocolaços e participação em audiências públicas na Câmara de Vereadores. Mas Crivella ignorou os nossos pleitos até o presente momento.
Embora o sindicato já tenha tido uma série de encontros com o ex e com a atual secretária, os mesmos não conseguiram dar respostas às questões que são da exclusiva responsabilidade do prefeito, entre elas: o reajuste salarial e a volta do calendário de pagamentos para os 1º e 2º dias úteis.

A rede nunca esteve tão abandonada com escolas apresentando problemas de infraestrutura e falta de equipamentos e pessoal e os profissionais enfrentando péssimas condições de trabalho. Agora, em 2020, os profissionais de educação e demais servidores do município se acham apreensivos com as consequências do desgoverno do prefeito em relação às finanças. A crise econômica fez com que a prefeitura atrasasse o pagamento da segunda parcela do 13º e o depósito do 1/3 proporcional de férias. Não sabemos como o prefeito garantirá o calendário de pagamentos neste ano.

Eixos da mobilização 2020:

– Em defesa do PreviRio;

– Contra a Reforma da Previdência: não à alíquota de 14%;

– 1/3 de planejamento, já;

– Defesa do Fubdeb;

– Pagamento do reajuste de 2019/2020;

– AEI: reconhecimento do cargo no magistério, já;

– Jornada de 30 horas para funcionários, já;

– Pagamento de insalubridade para merendeiras e serventes;

– Pagamento imediato dos cursos de qualificação dos secretários;

– Enquadramento por formação para serventes e copeiras, porteiros, datilógrafos e agentes de núcleos;

– Redução do quantitativo de alunos por sala;

– Por um Plano de Carreira unificado da Educação;

– Volta do pagamento nos 1º e 2º dias úteis, inclusive os aposentados e pensionistas;

– Fim das terceirizações;

– Concurso público para funcionários e professores;

– Convocação imediata de todos os aprovados em concursos da SME-RJ;

– Contra as escolas cívico-militares.

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O Sepe convoca os profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro para a greve de 24 horas no dia 5 de fevereiro, com assembleia às 10h, no Clube Municipal da Tijuca (Rua haddock Lobo, nº 359). Logo após a assembleia a categoria fará ato público em frente à prefeitura.

O prefeito Crivella não dialoga com a categoria e motivos não faltam para os profissionais das escolas municipais promoverem esta greve de 24 horas para exigir do prefeito o atendimento às nossas reivindicações. Em 2019, a categoria realizou uma série de atividades, como atos na prefeitura, protocolaços e participação em audiências públicas na Câmara de Vereadores. Mas Crivella ignorou os nossos pleitos até o presente momento.
Embora o sindicato já tenha tido uma série de encontros com o ex e com a atual secretária, os mesmos não conseguiram dar respostas às questões que são da exclusiva responsabilidade do prefeito, entre elas: o reajuste salarial e a volta do calendário de pagamentos para os 1º e 2º dias úteis.

A rede nunca esteve tão abandonada com escolas apresentando problemas de infraestrutura e falta de equipamentos e pessoal e os profissionais enfrentando péssimas condições de trabalho. Agora, em 2020, os profissionais de educação e demais servidores do município se acham apreensivos com as consequências do desgoverno do prefeito em relação às finanças. A crise econômica fez com que a prefeitura atrasasse o pagamento da segunda parcela do 13º e o depósito do 1/3 proporcional de férias. Não sabemos como o prefeito garantirá o calendário de pagamentos neste ano.

Eixos da mobilização 2020:

– Em defesa do PreviRio;

– Contra a Reforma da Previdência: não à alíquota de 14%;

– 1/3 de planejamento, já;

– Defesa do Fubdeb;

– Pagamento do reajuste de 2019/2020;

– AEI: reconhecimento do cargo no magistério, já;

– Jornada de 30 horas para funcionários, já;

– Pagamento de insalubridade para merendeiras e serventes;

– Pagamento imediato dos cursos de qualificação dos secretários;

– Enquadramento por formação para serventes e copeiras, porteiros, datilógrafos e agentes de núcleos;

– Redução do quantitativo de alunos por sala;

– Por um Plano de Carreira unificado da Educação;

– Volta do pagamento nos 1º e 2º dias úteis, inclusive os aposentados e pensionistas;

– Fim das terceirizações;

– Concurso público para funcionários e professores;

– Convocação imediata de todos os aprovados em concursos da SME-RJ;

– Contra as escolas cívico-militares.

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Profissionais e alunos e demais membros da comunidade escolar do Ciep Ulisses Guimarães continuam a mobilização contra o projeto da SEEDUC de construção de salas de aula no pátio da unidade. No último sábado (dia 25), alunos e profissionais realizaram atividades na unidade (ver foto). Na parte da tarde uma equipa da Coordenadoria Metropolitana foi até o colégio para conversar com os manifestantes.

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