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Funcionamento do Sepe Central durante a pandemia

A direção do Sepe-RJ, sobre o funcionamento do Sepe Central resolve, até segunda ordem que:

1) O funcionamento do Sepe Central, entre os dias 17 e 20 de março, passará a ser de 10 às 15 horas;

2) Está suspenso todo o atendimento ao público em suas dependências – este tipo de atendimento será feito por telefone;

3) Os departamentos funcionarão internamente em sistema de rodízio, não podendo haver troca ou contato entre os mesmos;

4) Os funcionários do sindicato que estejam inseridos dentro dos grupos de riscos estão liberados do serviço;

5) Suspensão das assembléias das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro previstas para este próximo dia 18 de março (quarta-feira); e a Assembleia Estatutária prevista para o dia 28 de março;

6) A Coordenação Geral se reunirá na próxima sexta-feira (20) para deliberar sobre novos encaminhamentos.

7) Os núcleos do Sepe em todo o estado e as Regionais da capital tem autonomia para decidir sobre o seu funcionamento.

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A direção do Sepe-RJ esteve nessa segunda-feira (16) no Centro Administrativo da Prefeitura do Rio de Janeiro onde se encontrou com representantes da SME-RJ, Secretaria Municipal de Saúde-RJ e Secretaria Municipal de Assistência Social e Des. Humano (SMADH-RJ). A SME-RJ informou que apenas 1% dos alunos em toda a rede compareceu ao almoço nessa segunda; diante desse quadro, o Sepe reivindicou, como vem fazendo desde o início da crise inclusive junto à Justiça, que seja suspensa imediatamente a abertura das escolas para o almoço e que, em relação às crianças com maior necessidade, sejam tomadas providências sem a necessidade de abrir as unidades (como a distribuição de cestas básicas e remanejamento do estoque para os locais e até mesmo outras Secretarias que tem a competência por lei de assistência social, por exemplo).

Para o Sepe, a abertura de toda a rede gera uma insegurança sanitária para a categoria e para as crianças e responsáveis que por ventura comparecerem ao almoço; além disso, a abertura de toda a rede gerou hoje enorme desperdício com a comida que não foi consumida. Reiteramos que, infelizmente, o sindicato ainda não teve reunião com a secretária professora Talma.

O Sepe também vem recebendo essa segunda-feira (16) informações diretamente das profissionais e, até agora, cerca de 220 escolas mandaram relatórios; dessas, 182 não tiveram movimento; as restantes tiveram uma movimentação extremamente pequena.

Em relação às outras Secretarias que a direção do Sepe se reuniu:

A direção teve audiência com a secretária municipal de Saúde RJ, Ana Beatriz Busch de Araújo, que afirmou que a abertura das escolas foi uma orientação da sua pasta para que consigam mapear os vulneráveis. O Sepe, na audiência, colocou todas as contrariedades à abertura da rede e pediu copia do mapeamento das pessoas com vulnerabilidade.

Veja o vídeo da direção do Sepe sobre a reunião.
 

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Sobre a ação do Sepe para o fechamento total das escolas devido à #pandemia e a ida dos advogados do sindicato ao Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro – TJRJ neste domingo (15):
 
A promotora ficou muito sensibilizada pelo pedido, mas a juíza informou que o pleito não é caso de plantão judiciário, motivo pelo qual será julgado apenas nessa segunda-feira (16/03) pelo juízo natural. Portanto, o Sepe retornará nesta amanhã (16/03) para falar com o juiz da vara.
 
O Sepe está concentrando todos os esforços na defesa da saúde dos profissionais de educação e alunos da rede da capital. Além da luta jurídica, o Sepe estará nesta segunda-feira na SME-RJ para cobrar o fechamento das unidades escolares; a categoria está revoltada e indignada e por isso não aceitaremos que as escolas sejam abertas, colocando em risco um segmentos dos profissionais.
 
No entanto, como já alertamos na primeira nota sobre essa #Pandemia, sabedores que somos da necessidade de muitos alunos terem acesso às refeições, o sindicato quer conversar com a prefeitura do Rio alternativas à abertura das escolas no horário previsto para almoço; alternativas inclusive utilizadas na crise de saúde de 2009, causada pelo vírus H1N1 (mais conhecida como “gripe suína”), quando a prefeitura envidou esforços para distribuir alimentos diretamente aos alunos mais necessitados, sem a necessidade de abertura das unidades e sem colocar em risco os profissionais.
 
Com isso, pedimos que os profissionais enviem denúncias de assédio ou qualquer ameaça de aplicar falta a quem não comparecer.
 
Nesta matéria do jornal O Globo há o relato sobre o que aconteceu hoje no Plantão Judiciário:
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