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A comunidade escolar do Colégio Estadual Souza Aguiar fez manifesto de repúdio à exoneração dos professores Marco Aurélio Cunha e Mara Lucia Gomes de Campos das funções de direção da escola.

Na nota, a comunidade reivindica a revogação do ato e declara: 

– Não fomos consultados nesse processo, tão pouco informados da dispensa e de alguma justificativa para isso ser feito, contrariando a nossa decisão em processo consultivo realizado no fim de 2016, com diretores empossados em 2017. Mostrando uma decisão vertical, arbitrária e que não coaduna com a Lei nº 7.299/2016, que estabelece a consulta escolar para tais atos. Nesse sentido, estamos informando também, por meio dessa nota ao Ministério Público Estadual e à Comissão de Educação da ALERJ.

Leia a nota aqui
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O blog do colunista do Jornal O Globo, Ancelmo Gois, acaba de publicar uma nota anunciando que a prefeitura do Rio desistiu de vender o terreno da Escola Municipal Dr. Cícero Penna, localizada na Avenida Atlântica (Praia de Copacabana). Desde o anúncio do prefeito Eduardo Paes da sua intenção de vender o terreno, junto com outros imóveis da prefeitura, a comunidade escolar e o Sepe se mobilizaram para impedir a alienação e a destruição do prédio da tradicional unidade escolar, que atende a cerca de 600 alunos atualmente.

A comunidade escolar lançou abaixo-assinado eletrônico para impedir a venda e acionou os vereadores na Câmara Municipal para barrar o projeto de alienação enviado por Paes para o Legislativo municipal. Concomitantemente, a Alerj aprovou uma lei que considerou a escola um patrimônio público histórico e tombou o terreno para impedir a sua venda. Durante toda a mobilização, o Sepe acompanhou os profissionais, alunos e responsáveis e contribuiu para a mobilização de toda a comunidade.

Segundo o colunista, ontem (dia 21/6), a Secretaria Municipal de Fazenda enviou um novo documento à Câmara Municipal com previsão de venda de 17 imóveis, que gerarão uma receita estimada de R$ 391 milhões, mas na lista não consta o terreno onde se localiza a escola.

O Sepe parabeniza a comunidade da EM Dr. Cícero Penna que, por meio da sua mobilização e luta, impediu o projeto do prefeito de alienar um patrimônio histórico para atender os interesses da especulação imobiliária em Copacabana.
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Governo Glauco Kaizer está sabotando o Concurso da Educação realizado em 2019 no município de Queimados. Concurso esse fruto de um TAC firmado entre as Promotorias de Tutela Coletiva da Educação de Nova Iguaçu e da Infância e Juventude de Queimados.

Com o impacto orçamentário já realizado e com a enorme carência de servidores na educação, a Prefeitura de Queimados está retardando a convocação dos cerca de 164 cargos vagos na pasta, conforme processo administrativo 0150/2021.

Mesmo diante do fim do prazo de validade do concurso em janeiro de 2022, a Secretária de Administração disse que sairia uma convocação de somente 20 aprovados no último dia 11, sexta-feira,  o que não ocorreu.

Até hoje os aprovados no concurso não sabem o porquê de se convocar a “pinga-gotas”. Também não foi divulgado nenhum cronograma de convocações desses 164 cargos vagos.

Enquanto isso os profissionais da educação estão sobrecarregados com duas ou três turmas, além de haver vários desvios nas funções em que existem aprovados aguardado convocações, como por exemplo: Orientador Pedagógico e Orientador Educacional.

O Sepe Queimados e os aprovados vêm cobrando e as mídias locais vem dando cobertura, mas o governo Glauco ignora.

 

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Em assembleia virtual realizada pela rede Zoom, os profissionais de educação decidiram dia 21 de junho pela continuidade da greve em defesa da saúde e da vida. A decisão da categoria levou em conta o não atendimento por parte da prefeitura e da SME das reivindicações aprovadas em plenária da rede municipal. Deste modo, continuaremos a greve em defesa da saúde e da vida contra o retorno presencial, com manutenção das atividades remotas de home office.

Veja como foi a votação:

Pergunta para a plataforma de votação da assembleia sobre a greve da rede municipal RJ:

142 votos (44,10%): Em virtude do não atendimento da prefeitura a nenhuma das reivindicações aprovadas em assembleia, a categoria delibera a manutenção da Greve em defesa da saúde e da vida contra o retorno presencial, mantendo as atividades remotas e de home Office.

128 votos (39,75%): Suspensão da Greve – A assembleia da rede municipal RJ aprova a suspensão da greve em defesa da saúde e da vida da rede municipal do RJ, mantendo a luta judicial e política pela suspensão dos inquéritos, devolução dos descontos e abono da greve.

52 votos (16,15%): Abstenção.

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