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A assembleia virtual da rede estadual realizada nesta quarta-feira (dia 23/6) decidiu pela manutenção da greve em defesa da saúde e da vida, com a manutenção das atividades remotas e de home office. A plenária foi realizada pela rede Zoom. Veja como foi a votação.

 

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Sobre a Greve em defesa da saúde e da vida:

 

236 votos (81,94%): Manutenção da Greve em defesa da saúde e da vida contra o retorno das atividades presenciais e com a manutenção de todas as atividades remotas e de home Office dos profissionais da educação.

31 votos (10,76%): Suspensão da greve em defesa da saúde e da vida.

21 votos (7,29%): Abstenção.

 

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Sobre os profissionais da educação que completaram o processo de imunização contra a COVID-19, a assembleia da rede estadual RJ aprova a saída desses trabalhadores da greve em defesa da saúde e da vida:

 

127 votos (44,10%): Sim

121 votos (42,01%): Não

40 votos (13,89%): Abstenção

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O Sepe RJ ratifica o informe da sexta-feira (18/06) sobre as reuniões realizadas com a SEEDUC, nos dias 14 e 18 de junho (clique aqui para ler: audiência dia 14/06; dia 18/06), e esclarece:

1) Em hipótese alguma o Sepe RJ concordou com o retorno das aulas presenciais com os profissionais da educação tendo recebido apenas a 1ª dose da vacina. Este assunto sequer foi citado nas audiências e compreendemos a importância de que o retorno eventualmente se dê após a 2ª dose da vacina e o período seguinte para a imunização ser completa.

2) Reiteramos que a SEEDUC não aceitou nossa proposta de manutenção do ensino realizado exclusivamente de modo on-line para toda a rede estadual de educação, mesmo com uma mudança nas bandeiras epidemiológicas (nível de contágio), na medida em que o retorno a duas semanas do fim do semestre não teria benefício pedagógico.

3) Insistimos que é necessário verificar se, de fato, há condições sanitárias após o recesso para que se possa fazer algum debate sobre retorno.

4) Reafirmamos que permanecemos em greve pela vida e reivindicamos que o governo se abstenha de qualquer punição aos profissionais – como de resto foi devidamente reivindicado ao secretário estadual de Educação, nas audiências de 14 e 18 de junho.

5) Por fim, esclarecemos que não concordamos e sequer discutimos a respeito de orientações para a volta ou como as escolas devem montar sua carga horária.

DIRETORIA DO SEPE RJ
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