Agende seu Atendimento Virtual pelo Departamento Jurídico do Sepe nos fones: (21) 99992-4931 (9h às 11h); (21) 97133-7101 (13h às 15h); ou pelo email: juridico@seperj.org.br – segunda a sexta feira

Acaba de ser divulgado pelo Sepe o relatório de 23/08 da situação das escolas da rede municipal do Rio de Janeiro, tendo em vista a pandemia do coronavírus. O relatório é baseado nas denúncias dos profissionais da educação.

Neste novo relatório, o Sepe informa que 76 escolas vêm sendo mantidas abertas pela SMERJ, mesmo com casos ou suspeitas de covid-19 nas respectivas comunidades escolares – no levantamento anterior, de 19/08, eram 49 escolas; o do dia 17/08 relatava 31 escolas. Com isso, se comprova um crescimento, dia a dia, da contaminação pela doença na comunidade escolar.

O Sepe reivindica o fechamento imediato das escolas com casos de covid.

O sindicato também reivindica que o governo municipal feche todas as escolas até que a campanha de vacinação alcance um grau massivo de imunização da população e o município saia da bandeira vermelha (risco alto de contágio, fase em que se encontra atualmente, como de resto toda a Região Metropolitana, agravando a situação).

O levantamento do Sepe foi enviado para a SME, em ofício direto ao secretário Renan Ferreirinha.

Nessa segunda-feira (23/08), a vacinação contra o covid para os(as) adolescentes de 15 a 17 anos no município RJ, prevista para começar hoje, foi suspensa “devido à quantidade ainda insuficiente de doses”, segundo informa o site da prefeitura; as doses são entregues aos estados e município pelo Ministério da Saúde. Assim, uma importante faixa dos estudantes matriculados na rede pública ainda não tomou a primeira dose, apesar de já estarem tendo aulas presenciais nesse 2º semestre.

Leia o relatório do covid nas escolas municipais RJ 23/08.

Denuncie os casos de covid em sua escola.

0

O projeto que prevê a reabertura de escolas e faculdades durante a pandemia (PL 5595/20) foi aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados, já tarde da noite dessa terça-feira (20). O texto torna a educação básica e superior um “serviço essencial” e que não pode ser interrompido mesmo durante a pandemia (salvo se houver critérios técnicos e científicos justificados pelo Poder Executivo quanto às condições sanitárias do estado ou município).

O projeto é a cara do atual governo federal: autoritário, passou sem discussão e negacionista. Melhor faria a Câmara dos Deputados se discutisse e aprovasse um auxílio emergencial decente e não o atual de apenas R$ 150; ou uma forma mais rigorosa de cobrar o governo e o Ministério da Saúde por mais vacinas contra a covid; nem falamos do impeachment…

De qualquer maneira, a discussão sobre o PL 5595/21 foi para o Senado. É lá que os profissionais da educação têm que pressionar, diariamente, exigindo que os senadores não aprovem essa aberração negacionista e que só servirá para agradar os donos das escolas privadas e os governantes inescrupulosos.

Neste link, você, profissional da educação, poderá contatar os senadores em seus gabinetes; com os nomes dos parlamentares que estão nesta lista, no site do Senado, vá também ao Instagram, Face e twitter e comente também nas redes sociais deles, contra o PL 5595/2020.

0